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Sistema de aquecimento da lavanderia

Sistema de aquecimento da lavanderia

A cobertura da estrutura da calha é composta por uma cobertura metálica, como uma camada de aço; pelo menos um resistor elétrico, disposto de forma a aquecer a parte inferior do sistema de aquecimento da calha; e uma camada isolante para impedir a perda de calor por radiação através da camada metálica. A(s) resistência(s) de aquecimento está(ão) localizada(s) acima do canal de fluxo da calha, de modo que o calor proveniente das resistências se irradie essencialmente sem obstrução sobre o metal, que flui no fundo da calha, e sobre o revestimento refratário. Em condições de operação, as resistências elétricas são aquecidas a 1.100–1.300 °C.

O isolamento térmico é, de preferência, feito de lã cerâmica, podendo o isolamento compreender uma ou mais camadas de revestimento. A lã de isolamento na cobertura e o canal de cerâmica é composto, de preferência, por lã de silicato de alumínio, lã de silicato de magnésio ou lã de óxido de alumínio, que resiste a altas temperaturas.

As resistências de aquecimento são suficientemente espessas, de modo que qualquer deformação e curvatura causadas pelo calor são mínimas. A resistência de aquecimento consiste, de preferência, em uma haste ou tubo metálico de diâmetro circular. Uma ou mais resistências de aquecimento podem ser dispostas na tampa de modo a se estenderem lado a lado na direção longitudinal do canal de fundição.

Os resistores são selecionados, de preferência, de modo a que sua tensão de operação se situe na chamada faixa de tensão de segurança. Os resistores são preferencialmente montados na parte da tampa sobre os chamados braços transversais de suporte, que estão dispostos na direção longitudinal da calha refratária, transversalmente abaixo dos resistores. Os braços transversais de suporte podem ser hastes ou tubos metálicos revestidos com material cerâmico refratário.

A parte da tampa cobre parte do sistema de aquecimento da calha. A tampa sobreposta e a calha constituem um canal de calha. No ponto em que o canal da calha termina na extremidade superior, ou seja, no lado do fluxo de metal que entra, forma-se uma abertura, através da qual os gases são descarregados, em consequência do efeito de chaminé, do espaço entre a calha e a tampa.

Na construção do canal de descarga, um queimador a gás ou um soprador de gás quente é instalado nesse local, proporcionando uma pressão de estagnação para limitar ou impedir o fluxo de gás que sai do canal de descarga. O gás quente do queimador ou do soprador é direcionado para a abertura entre a tampa e a parte inferior, onde o efeito da pressão de estagnação se torna mais intenso. O combustível do queimador pode ser, por exemplo, gás natural ou gás liquefeito. O queimador de gás quente pode até mesmo ser aquecido eletricamente.

A potência do queimador ou do soprador é controlada por meio de um termoelemento instalado na extremidade inferior do canal da calha. O termoelemento indica a temperatura do espaço de gás na extremidade inferior do canal da calha e o efeito de resfriamento do ar frio que flui para dentro do canal da calha. Na construção do canal de descarga de acordo com a invenção, pode-se dispor um controle de potência para as resistências de aquecimento, a fim de evitar o superaquecimento das resistências. O material de isolamento térmico do canal de descarga é utilizado para limitar suas perdas de calor a um nível tal que a própria temperatura da resistência de aquecimento não exceda sua faixa normal de operação.