A fundição e a laminação constituem uma etapa importante na fabricação de produtos de alumínio fundidos e laminados. No entanto, com a expansão de seu uso, têm sido impostos requisitos mais rigorosos quanto à qualidade da superfície, à qualidade interna e ao formato das chapas fundidas e laminadas. Nesse contexto, realizamos um estudo de acompanhamento de todo o processo de produção de bobinas fundidas e laminadas e, ao mesmo tempo, analisamos o sistema de processo e a gestão técnica, obtendo uma compreensão preliminar das regras e causas dos defeitos de qualidade das chapas fundidas e laminadas.
A faixa quente é um defeito comum na produção de peças fundidas e laminadas. Suas causas são:
- Devido à alta temperatura de fusão, a distribuição da temperatura ao longo da direção transversal na zona de laminação em calota é irregular, e o comprimento das bolsas de líquido locais é excessivo, chegando, às vezes, a ser maior do que o comprimento da própria zona de laminação em calota.
- O nível do líquido do caixa frontal é muito baixa e a pressão estática é pequena, de modo que o suprimento local de metal fundido na cavidade da boca é insuficiente. Esse metal fundido local não consegue entrar em contato com a superfície do cilindro, e o metal fundido não pode ser resfriado suficientemente na zona de fundição e laminação, impedindo que o processo de cristalização seja concluído.
- A velocidade de fundição e laminação é muito alta, o que faz com que a cavidade do líquido fique alongada e o processo de cristalização não tenha sido concluído em uma determinada área local da massa fundida.
- Quantidades excessivas de grafite proporcionam uma melhor lubrificação na superfície do rolo, resultando em boa fluidez da massa fundida e na fácil formação de pontos quentes.
Tendo em vista as causas do fenômeno dos trópicos, deve-se prestar atenção ao controle da temperatura de fusão, do nível de líquido na caixa frontal, da velocidade de fundição e do consumo de grafite durante a operação.

As condições tropicais severas causam buracos na chapa. A causa desses buracos é a seguinte: o teor de hidrogênio na massa fundida é muito alto, e o gás é incorporado ao bico durante o processo de fundição e laminação.
Tendo em vista as causas dos furos, é necessário tomar as seguintes precauções:
- Controle os parâmetros de fundição e laminação para evitar a formação de buracos causados pela zona quente.
- Reforçar os processos de fundição, desgaseificação e remoção de escória, de modo que o teor de hidrogênio fique abaixo de 0,15 ml/100 g de Al.
- Reduza ao máximo a temperatura do forno de fusão e da caixa frontal para diminuir o teor de gás.
- O bocal de fundição o material esteja totalmente seco.
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